1.12.2005

Já lhe digemos que este era um blog que a vosté nom lhe interesa.

Nós já lho advertimos.
Constava no título (asunto) do correio electrónico que vosté recebeu na sua conta de corrreio electrónico e que nós enviamos desde a nossa conta de correio electrónico.
Pois entom, para quê veu cá. Já o sabia. Agora nom reclame. A decissom foi sua. Suas som as culpas.
Cada pau que terme da sua... da sua... da sua... candeia(?).
Mas, já que chegou até este lugar, espaço ou sítio, daremos-lhe, por cortesia da casa, umha pequena estrofa de Madredeus, do seu tema Milagre:

"Onde está a tua voz? Quero ouvir a tua voz
Onde está a tua voz? Queria ouvir a tua voz"

Lembramos aqueles dias de (mal) estudantes namorados dum amor impossível, onde repetiamos sem cesar essas palavras, e onde punhamos dia tras dia essa música no cd portátil que nos regalaram uns amigos (entre os que estava, era de esperar, o nosso amor impossível).
Sigue a ser o nosso amor impossível (quando menos, o de algum de nós). De quando em vez, falamos com ela, por telefone ou em pessoa. Seguimos a escuitar Madredeus; mas os discos antigos. O último que mercamos deles é um cd de versons electrónicas. Mesmo gostamos.

Outro dia falaremos do tema da normativa.

1 Comments:

Blogger Speedy Malfoy said...

Tenho o mau costume de me interessar por tudo o que não me interessa e, sem saber a quem escrevo, atrevo-me respostar que não gosto de ser tratado por "vosté".

7:19 da tarde  

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